ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

16-Dc. José Marçal Jr.

19-Sara Mizraim

ORANDO PELAS FAMÍLIAS

Coloquemos diante do altar do Senhor, nesta semana, a família do Diácono João Bosco (Bosco, Socorro, Jonas e Joanne). “Orai uns pelos outros para que sareis”.

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OS CULTOS DA IGREJA

   Os cultos que oferecemos a Deus são os momentos mais preciosos na vida de uma comunidade evangélica. É o momento em que Deus encontra o seu povo para receber a sua adoração. Quando essa adoração é bem feita, de uma forma que agrada a Deus, em contrapartida Ele graciosamente dispensa as suas bênçãos  sobre a comunidade. O Senhor da Igreja prometeu que todas as vezes que o seu povo se reunisse em seu nome aí estaria ele no meio deles. Não existe nada mais glorioso na vida de uma igreja do que esse momento em que o Senhor da Igreja se faz presente através do Seu Espirito no meio da comunidade.

   Infelizmente estamos vendo uma geração de crentes que vive em função de shows gospel. Só se reúne quando um cantor famoso, ou um  pregador, ou ainda m grupo musical famoso se faz presente. Que visão equivocada desses irmãos! Não existe maior atrativo numa reunião do que a presença de Deus no meio dela. 

    A presença de Deus é a Shekinah divina que enche o santuário de graça e alegria. “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente” Sl 16.11. Que a presença de Deus nas reuniões  da Igreja é real é só observar os textos a seguir: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” Mt 18.20. “... Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei;...” 2 Co 6.16. “... Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro” Ap 2.1.

    Há uma recomendação divina para que não abandonemos a nossa Congregação, pois é nas reuniões da congregação que Deus se faz presente, quando essas reuniões são realizadas para glorificar a Deus. “não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia” Hb 10.25.           Pr. Eudes Lopes Cavalcanti