ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

19-Mário Lopes

21-Rebeca Brito

22-Dc. José Bruno

23-Hortência Gabriela (nora/Vera)

RETIRO ESPIRITUAL: O nosso Retiro Espiritual será realizado nas dependências de nossa Igreja, que por sinal, está preparada para esse tipo de atividade (pouquíssimas igrejas aqui em João Pessoa têm a estrutura que nós temos, que nos foi dada graciosamente por Deus). Teremos cultos no domingo (manhã e noite) e na segunda-feira (manhã e noite). No domingo e na segunda-feira teremos almoço na Igreja. Será cobrada a taxa de R$ 5,00 por almoço. Os conjuntos da Igreja (Getsêmani, Ebenézer, Bandinha e Ágape) participarão desses cultos. Os preletores serão da Igreja e outros obreiros convidados pelo Pastor da Igreja. Queremos contar com a presença de toda a Igreja nesse Retiro. O Presb. Evandro José é o responsável pelos almoços. A coordenação geral do Retiro é do Pastor Walter Moura. Nos próximos boletins daremos mais detalhes acerca de tema do Retiro, preletores, etc.

Tamanho da letra:

 

O Juízo Final

A Bíblia Sagrada nos revela que na consumação de todas as coisas o ser humano, todos eles, exceto a Igreja, irão se apresentar diante de Deus para dar conta de sua mordomia (suas ações, suas palavras, seus bens, enfim, de sua vida). (Ap 20.11,12; At 17.30,31).    O Juízo Final é a grande ocasião pública quando o mundo inteiro estará reunido na presença de Deus (O Senhor Jesus Cristo) e o destino final de cada indivíduo será pronunciado publicamente pelo Supremo Juiz, e tem como objetivo primordial vindicar a justiça de Deus e promover a Sua glória. (Sl 9.7,8; 115.1; Ap 4.11;...).  A primeira coisa a ser considerada no estudo deste tema é que Deus, por ser o criador do homem, tem o direito de exigir dele a responsabilidade pelos atos praticados nesta vida. A segunda coisa é que o ser humano, como criatura que é, é moralmente responsável pelos seus atos diante de Deus e deles dará contas no dia do Juízo Final. A doutrina do juízo final é embasada tanto pelas Escrituras do Antigo como do Novo Testamento (Sl 96.13; 98.9; Ec 3.17;...; At 17.31; Rm 2.16; 2 Ts 2.12; 1 Pe 4.5; Ap 11.18;...), sendo, portanto, uma doutrina bastante consolidada. No Juízo Final pressupõe-se que todos os seres humanos já terão morrido e ressuscitado com corpos especiais, capazes de suportar o castigo que será aplicado por Deus. (Dn 12.2; Jo 5.28,29). No Julgamento Final o Juiz será o Senhor Jesus Cristo. (At 17.31). A Igreja glorificada nos céus também tomará parte nesse julgamento. (1 Co 6.2,3). Os julgados serão condenados e banidos para sempre da presença de Deus, indo sofrer a punição eterna por causa do pecado, no inferno, lugar de sofrimento e dor. (2 Ts 1.9; Sl 9.17). Satanás e seus anjos serão, também, julgados no dia do Juízo Final, e serão lançados no inferno, que foi preparado para eles. (Mt 25.41). Tratando-se dos salvos, os seus pecados já foram julgados em Cristo na cruz do Calvário, sendo os mesmos perdoados e justificados pelos méritos do Salvador, não havendo mais condenação para eles. (Rm 8.1). Segundo a Bíblia, o único julgamento dos crentes é o referente à distribuição de galardões pelo serviço prestado ao Senhor (Rm 14.10; 1 Co 3.13,14; 15.58; 2 Co 5.10). O Julgamento da Igreja (nos céus durante o período tribulacional – na visão pré-tribulacionista; por ocasião do juízo final – na visão amilenista) é a grande ocasião em que a Igreja será recompensada pelas obras realizadas durante sua existência. (Rm 14.10-12; Mt 25.21).               

                                            Pr. Eudes Lopes Cavalcanti