ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

12-Antônia de Lima

14-Elizabete Gomes (E. Satiro)

15-Severina Ferreira

15-Paula Francinett

16-Dc. Murilo Pedro

GRATIDÃO A DEUS PELOS PAIS DA IGREJA: agradecemos a Deus pela vida dos pais que fazem o ministério da III IEC/JPA. Louvamos a Deus pelo privilégio dado a eles de serem pais. Sabemos da grande responsabilidade deles diante de Deus, de criarem os seus filhos nos caminhos do Senhor, e para isso pedimos a graça divina. Rogamos sobre os pais uma benção especial de Deus neste dia, bem como durante a vida deles. Assim seja!

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Cuidado com os espinhos!

 

       
O nosso bendito Salvador, o Senhor Jesus Cristo, usou muito no cotidiano de seu ministério uma técnica de ensino conhecida como parábola, que é a apresentação de uma historia real ou fictícia com uma lição de cunho  moral ou religioso. Dentre as parábolas proferidas por Jesus encontramos aquela conhecida como a parábola do semeador (Mt 13.3-23). Nessa parábola nos é dito que o semeador saiu a semear. Uma parte da semente caiu à beira do caminho e vieram as aves do céu e a comeram. A outra parte da semeadura caiu em terreno pedregoso e nasceu rápido, mas como não havia terra profunda a semente cresceu, mas morreu. A outra parte caiu entre os espinhos que crescendo junto com ela a sufocaram e a planta não produziu fruto. A última parte da semeadura caiu em boa terra e produziu muitos frutos. Interpretando a parábola para os seus discípulos Jesus disse que na primeira semeadura a Palavra de Deus, que é a semente, foi tirada do coração da pessoa pelo diabo. A segunda refere-se aquelas pessoas que aceitam o Evangelho e depois de certo tempo se desviam. A terceira nos ensina que a semente entre espinhos refere-se à pessoa que crê em Cristo e começa a caminhada da vida cristã, mas os deleites e cuidados da vida ocupam o primeiro lugar no coração da pessoa e a semente é sufocada e não produz fruto com perfeição. A quarta semeadura refere-se aqueles que recebem o evangelho e perseveram nele durante a sua existência na face da terra.
      Amados irmãos, estamos percebendo que um  gigante levantou-se contra o povo de Deus para minar a sua fé e a sua devoção a Cristo. Esse gigante é os atrativos do mundo moderno, que tem enchido o coração de muitos da Igreja, e esses irmãos não estão produzindo frutos com perfeição à semelhança daquela semente que caiu entre espinhos.
      A Santa Escritura nos adverte para que não deixemos as coisas do mundo encher o nosso coração. “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra” Cl 3.1,2.
     Muitas coisas do mundo não são necessariamente pecado na vida do cristão. Afinal de contas estamos no mundo e para vivermos temos que usar das coisas do mundo. Não é pecado o lazer, o trabalho secular, os estudos, conversar com as pessoas, relacionar-se com pessoas não evangélicas, etc. O que a Bíblia adverte é que não coloquemos essas coisas em primeiro lugar em nossas vidas, pois o primeiro lugar pertence a Deus e ao seu Reino (Leia Mateus 6.33).
     Em certa ocasião, no seu ministério na Judéia, o Senhor Jesus chegou a uma aldeia chamada Betânia, conforme relato de Lucas, e foi recebido no lar de Marta, Maria e Lázaro. O texto sagrado nos diz que Maria aproximou-se de Jesus e se assentou aos seus pés para ouvir a sua palavra, enquanto sua irmã Marta estava ocupada com os afazeres domésticos. Em determinado momento Marta fez uma observação ao Senhor Jesus para que mandasse Maria ajudá-la. Eis a resposta de Jesus: “E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” Lc 10.41,42. Ninguém de bom senso pode pensar que Marta estava fazendo coisas erradas. Absolutamente não! Mas o momento era para usufruir da presença de Deus, essa era a prioridade, essa era a melhor parte.
      Assim sendo, amados, não permitamos que as coisas deste mundo, mesmo aquelas que são licitas, sufoquem a santa Palavra de Deus que foi semeada em nossos corações pela instrumentalidade do Espirito Santo.                   
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti