ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

21-Rivanda Belmont

22-Isabel Cristina

24-Celeida Maria

25-Verônica Carlos

27-Severino Rafael (R. do Sol)

27-Edileuza Marcolino (E. Sátiro)

 

INTERCÂMBIO MOCIDADES (27/10): no próximo sábado, haverá em nosso templo o intercâmbio de nossa mocidade com a mocidade da Igreja Batista de Itapororoca/PB. Já houve um intercambio nosso com aquela igreja em Itapororoca, e no sábado em questão haverá a reciprocidade. A programação do culto é de responsabilidade da IB/IOO. Toda a Igreja está convidada para prestigiar esse evento.

CULTO COMEMORATIVO: no próximo domingo à noite teremos um culto comemorativo da Reforma Protestante. O pastor da Igreja irá pregar sobre os pontos teológicos da Reforma Protestante - os cinco Solas. Na introdução da mensagem o Pr. Eudes fará uma panorâmica sobre esse fato histórico.

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Separados para Deus

 

   Dentre as peças componentes da indumentária sacerdotal (sumo sacerdote) tinha uma lâmina de ouro que era colocada na fronte do ministro do Senhor onde estava escrito em hebraico “santidade ao Senhor”. Aquela lâmina queria dizer que aquela pessoa que a usava era uma pessoa separada (santa) para uso exclusivo do Senhor. Era uma pessoa separada por Deus para servir ao Senhor como seu ministro, na obra da Casa do Senhor. “Também farás uma lâmina de ouro puro, e nela gravarás à maneira de gravuras de selos: Santidade ao Senhor” Ex 28.36.     
    No contexto da antiga dispensação, os sacerdotes israelitas eram da família de Arão, da tribo de Levi. Só esses homens separados por Deus podiam servi-Lo dentro do santuário. A nenhuma outra pessoa esse privilégio fora dado em Israel. “E ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão.” Hb 5.4.
       Os crentes em Cristo, na Nova Aliança, foram constituídos por Deus, indistintamente, sacerdotes espirituais, separados para servir a Deus na Sua  Igreja. “... Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” Ap 1.5,6. (Veja ainda Ap 5.10).
      Pedro, apóstolo, falando sobre os qualificativos da Igreja nos disse que ela era, dentre outras coisas, um sacerdócio real (1 Pe 2.9). Ainda explorando o assunto, esse apóstolo disse: “vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo” 1 Pe 2.5.
     Observem os irmãos que esse qualificativo não foi dado a Igreja para a sua ostentação, ou para a sua vanglória. Não, não foi para isso. A Igreja foi constituída sacerdócio espiritual, para o serviço na casa do Senhor. Tanto o texto de 1 Pe 2.5 quanto o de Hb 13.15, esse último complementando o primeiro, nos dizem que a deferência da parte de Deus para nós de sermos sacerdotes espirituais visa o serviço. “... para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”. 1 Pe 2.5. “Portanto, ofereçamos sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” Hb 13.15.
      A igreja local é a instituição que foi destinada por Deus para abrigar a expressão universal da Igreja, e para que, através dela, o serviço fosse prestado ao Senhor. Paulo escrevendo a Igreja local de Éfeso disse que pelo ministério da Igreja, a multiforme sabedoria de Deus seria conhecida dos principados e potestades (Ef 3.10).
      Considerando que o crente em Cristo foi separado por Deus para servi-Lo com exclusividade, e que esse serviço deve se expressar através do ministério da Igreja local, alertamos a todos os irmãos membros e congregados da nossa Igreja a  se engajarem no seu ministério, a se dedicarem a ele, de acordo com os dons dados pelo Espirito Santo, através dos quais glorificamos a Deus.
      Assim fazendo, estamos, como sacerdotes espirituais que somos, separados para o uso exclusivo do Senhor, nos desincumbindo da nossa responsabilidade.
      Lembremo-nos ainda, que o serviço que se deve prestar a Deus deve ser com qualidade, e também que isso deve ser prioridade em nossas vidas.
Pr. Eudes Lopes Cavalcanti