ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

15-Vera Lúcia

15-Romeu Nunes

16-Mª das Graças (Gal)

16-Jhenyffer Belmont (filha/Rivanda)

17-Jonas David

18-Ana Cláudia Sousa

19-Jucyfranci Maria (E. Sátiro)

MANHÃ DE JEJUM E ORAÇÃO: na próxima sexta-feira (sexta-feira da Paixão) teremos uma manhã de jejum e oração. A reunião começará as 09.30h e se estenderá até as 11.45h. A direção do trabalho será de responsabilidade do Pastor da Igreja e a preleção bíblica será de responsabilidade do Pr. Walter Moura. O Conjunto Ebenézer participará também dessa manhã. Convidamos toda a Igreja para subir a casa do Senhor para esse precioso momento quando nos humilharemos diante de Deus.

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 O Pastorado    (Pr. Eudes)

        A Igreja, tanto na sua expressão Universal como na sua expressão Local, é uma instituição divina, sendo Jesus o supremo Pastor da mesma (Jo 10.11; 1 Pe 5.4).

    O Senhor constituiu dentro da Igreja local o ofício de Pastor, para tomar conta dela. “E Ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros evangelistas, e outros como pastores e mestres” Ef 4.11. Extrai-se desse texto, que o Pastor é uma dádiva de Deus a Igreja, visando apascentá-la. Para isso pressupõe-se uma chamada divina para esse oficio e traz como consequência uma benção de Deus para o ministério pastoral. A Bíblia estabelece o perfil para o ministério pastoral nas cartas de Paulo a Timóteo (1 Tm 3.1-7) e a Tito (Tt 1.5-9). Esse ofício é reconhecido pela Igreja, que apresenta o candidato para a ordenação junto à associação de Igrejas a que ela é filiada, no nosso caso, a ALIANÇA. Uma vez ordenado, o Pastor recebe autoridade divina para exercer o seu ministério de acordo com os dons naturais e espirituais concedidos por Deus a ele.

   Em nossa Denominação, os pastores, para exercerem o seu ministério, precisam ser escolhidos pela Igreja, numa eleição democrática de membros. Uma vez eleito pela mesma e empossado no pastorado, entende-se que a vontade de Deus (permissiva ou diretiva) foi estabelecida através da decisão da Igreja.

     O Senhor ordenou que a Igreja sustentasse o seu Pastor, que disponibilizasse as coisas necessárias para que as necessidades materiais dele e de sua família fossem supridas. “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” 1 Co 9.14. “e o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui” Gl 6.6. (1 Tm 5.17,18)

     Se por um lado Deus ordenou que o Pastor fosse um exemplo para o seu rebanho (Hb 13.7; 1 Pe 5.3),  também ordenou que as ovelhas obedecessem às orientações do mesmo, no cotidiano do seu ministério. “Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria, e não gemendo, porque isso não vos seria útil” Hb 13.17. (1 Ts 5.12,13).

    Para ajudar o Pastor, Deus deu a Igreja duas outras categorias de oficiais, que são os Presbíteros e os Diáconos. Esses ofícios dentro da Igreja local devem fortalecer as mãos do Pastor e ajudá-lo a gerir as coisas da Igreja, os primeiros na área espiritual e os outros nas suas temporalidades.     

    Pela vontade de Deus fui, há quatorze anos, eleito e empossado na III IEC/JPA como Pastor Titular. Apesar de minhas fraquezas e limitações tenho procurado cumprir o meu ministério com fidelidade, visando sempre o bem da Igreja, e procurando em tudo promover a glória de Deus.       

                                                        Soli Deo Gloria