ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

08-Zenaide Ferreira

08-Mizael Meireles (Neto/Adeilda)

08-Brenda Edinalva (E. Sátiro)

09-Joseline (Line)

09-Warley Lamartine

10-Mª José Costa, 

LEMBRANDO:

1)    A Escola Bíblica Dominical (temos classe para todos os segmentos de pessoas)

2)    O culto de oração e estudo bíblico nas terças-feiras, e o culto de oração da quarta-feira (Circulo Oração)

3)    O dízimo do Senhor para mantimento de sua obra através do ministério da III IEC/JPA

CLASSE DE CASAIS: no próximo domingo, no período da manhã, os casais de nossa Igreja estarão se reunindo para um momento de reflexão e oração. Esse momento é de responsabilidade do casal Pastor Walter Moura e de sua esposa Raquel.

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Um exemplo admirável

 

A Bíblia Sagrada orienta ao povo de Deus a observar e a imitar ou procurar fazer aquilo que outros servos de Deus fizeram na sua jornada aqui neste mundo, no que se refere à fé que tiveram em Deus e as obras que realizaram pela graça divina. “Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo” 1 Co 11.1. “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver” Hb 13.7.

O maior de todos os exemplos, evidentemente, é o do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo o qual devemos imitar em tudo. “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” Ef 5.1. “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” Fp 2.5.

Neste boletim queremos enfatizar o exemplo de uma mulher idosa (oitenta e quatro anos) que é mencionada pelo evangelho de Lucas (Lc 2.36-38). O exemplo de Ana está sendo enfocado devido ser ela uma mulher, o que na cultura da época já tinha as suas discriminações e por ser idosa, o que também em muitos casos há discriminação.

Ana era uma israelita, uma pessoa componente do povo de Deus. Era ela da tribo de Aser. (Interessante observar que as tribos de Israel perderam a sua identidade como tal quando dos cativeiros assírio (722 A.C.) e babilônico (586 A.C.), sendo no caso a tribo de Aser componente do primeiro grupo. Observando a ênfase que o N. T. dá a essa tribo ficamos maravilhados pelo fato de que depois de mais de setecentos anos as genealogias tribais israelitas estavam preservadas, pelo menos as mais importantes. Tudo indica que aquela mulher fazia parte de uma família importante daquela tribo). Isso quer dizer que o povo de Deus tem uma identidade, são assinalados, conhecidos nos Céus.

A segunda coisa a considerar é que aquela mulher apesar da sua idade, quando muitos descartam essa fase da vida, rotulando os idosos de velhos gagás era ela uma profetisa, e tinha um oficio ativo no meio de Israel, cujo ministério foi instituído por Deus para consolar, exortar e edificar o Seu povo. “E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade” Lc 2.36.

A terceira coisa a considerar na vida de Ana é que ela vivia profundamente a sua fé, servindo intensamente a Deus com jejuns e orações e era uma frequentadora assídua das reuniões que aconteciam na casa do Senhor. “e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia” Lc 2.37.

No exemplo daquela mulher ressaltamos a sua vida devocional onde a oração e o jejum, e o serviço a Deus, e o estudo sistemático das Escrituras ocupavam papel preponderante. A oração acompanhada de jejum era uma constante na vida de Ana. Ela entendia, podemos assim deduzir, que sem oração não era possível manter a comunhão com Deus adequada. Ela entendia também que o jejum era um poderoso instrumento para alavancar a sua vida espiritual, por isso o praticava continuamente. Ainda outro ponto que convém realçar era o serviço que ela prestava a Deus. Esse serviço que era de acordo com o dom profético que Deus lhe dera, o de profetisa, era desempenhado na força e no poder do Senhor que envolvia a sua vida por causa da prática constante do jejum e da oração. Ainda falando sobre a vida devocional de Ana, não se deve esquecer do seu apego às Escrituras, isto se deduz da prática do seu oficio profético, bem como da sua desenvoltura em falar do Messias que estava ali diante dela como criança. Observem que no texto abaixo nos é dito que ela falava a todos a respeito do Messias que chegara. “E, sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém” Lc 2.38.

Irmãos, espelhemo-nos na vida dessa preciosa mulher que dedicou a sua vida ao serviço do Senhor, e que mesmo na velhice dava frutos para a glória de Deus.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti