ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

08-Zenaide Ferreira

08-Mizael Meireles (Neto/Adeilda)

08-Brenda Edinalva (E. Sátiro)

09-Joseline (Line)

09-Warley Lamartine

10-Mª José Costa, 

LEMBRANDO:

1)    A Escola Bíblica Dominical (temos classe para todos os segmentos de pessoas)

2)    O culto de oração e estudo bíblico nas terças-feiras, e o culto de oração da quarta-feira (Circulo Oração)

3)    O dízimo do Senhor para mantimento de sua obra através do ministério da III IEC/JPA

CLASSE DE CASAIS: no próximo domingo, no período da manhã, os casais de nossa Igreja estarão se reunindo para um momento de reflexão e oração. Esse momento é de responsabilidade do casal Pastor Walter Moura e de sua esposa Raquel.

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Um alerta oportuno

 

No livro de Juízes, quase no seu final, encontramos um episodio que com certeza trará um alerta para os irmãos em Cristo. Diz-nos a Bíblia Sagrada sobre o episódio, que havia na Palestina, na época dos Juízes, uma pequena cidade chamada Laís cujos habitantes viviam de forma sossegada, sem se preocuparem com a sua segurança, mesmo vivendo numa época de instabilidade política por parte do povo que conquistara o país, os israelitas.

Diz-nos ainda as Escrituras que uma parte da tribo de Dã, insatisfeita com a terra que lhe coubera por sorteio quando da partilha de Canaã, partiu para procurar novas terras e deparou-se com essa cidade cujos habitantes que, segundo o texto sagrado, viviam despreocupadamente. “Eles, pois,... vieram a Laís, a um povo quieto e confiado, e os feriram a fio de espada, e queimaram a cidade a fogo. E ninguém houve que os livrasse, porquanto estavam longe de Sidom e não tinham que fazer com ninguém,...” Jz 18.27,28. Nenhuma conquista das cidades de Canaã fora tão fácil quanto essa, pois os danitas não encontraram nenhuma resistência por parte dos habitantes de Laís.

Mas a lição que queremos extrair desse episódio é que, como aquele povo que vivia despreocupadamente como se não tivesse nenhum inimigo, nem quem quisesse destruí-lo, que não vivia vigilante e que nem se preparara para possíveis combates, assim encontram-se muitos crentes em Cristo que não estão vigiando nem estão preparados para as batalhas travadas no mundo espiritual contra ele, contra a sua família, e contra tudo que diz respeito a sua vida.

As Sagradas Escrituras nos revelam a existência de um reino espiritual das trevas, liderado por um anjo rebelde chamado Satanás que é inimigo mortal de

Deus e, consequentemente, daqueles que professam a fé em Cristo. Revela-nos ainda a Bíblia que é no plano espiritual que se desenrolam as batalhas espirituais que têm implicações profundas na vida do servo de Deus. Pedro já advertia aos crentes que vigiassem e fossem sóbrios porque o príncipe das trevas vivia rugindo como leão buscando alguém a quem pudesse tragar. “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” 1 Pe 5.8. Paulo foi outro que alertou a Igreja, sobre o inimigo das nossas almas que batalha contra ela sem trégua e sem fronteira. “Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” Ef 6.12.

Pedro, em certa ocasião, estava na companhia de Jesus, gozando do calor de sua presença, ouvindo as suas palavras, ficou certamente surpreso quando Jesus trouxe-lhe a seguinte revelação: “... Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo. Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” Lc 22.31,32. Extrai-se deste texto que Pedro vivia despreocupado como crente sem ter consciência do reino das trevas e de que ele era alvo das investidas do diabo. Satanás queria triturar a vida de Pedro, arrasá-lo, e se não fora a poderosa intercessão do Senhor, ele não suportaria. Ainda pode-se extrair como lição do texto que o diabo não pode bagunçar a vida de um servo do Senhor se o Senhor não lhe der permissão para isso.

Irmão querido leve a sério esta palavra, pois não há campo neutro nessa batalha, não há como fugir dela, temos que está preparado para enfrentar a astutas ciladas do diabo. Paulo orientou a Igreja que se revestisse da armadura de Deus para essa batalha que é travada nas regiões celestes. “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” Ef 6.10,11.

Preparemo-nos, irmãos, para que não sejamos pegos desprevenidos como foram os habitantes de Laís, mas estejamos revestidos para enfrentarmos e vencermos o inimigo de nossas almas.

Pr. Eudes Lopes Cavalcanti