ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

09-José Afonso (E. Sátiro)

10-Neusa de Moura

12-Edvando Bonifácio (Dc. R. do Sol)

14-Mª Teodória

15-Mª Eliane

Reuniões administrativas final de ano

13/12 – Reunião do Conselho Eclesiástico;

21/12 – Confecção Calendário 2019;

23/12 (M) - Assembleia da Igreja (homologação diretorias, recepção membros e separação para o oficialato )  

 

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO: o nosso jantar de confraternização será no dia 31/12, logo após o culto de final de ano. O culto será no horário das 21 às 23h, seguindo-se o jantar, que será no estilo americano. O Pb. Evandro José será o coordenador desse evento.

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O fracasso de uma geração

 
Jz 2.10-15
O livro de Josué, o primeiro livro dos Históricos é o livro que fala de uma geração vencedora, pois conta a história da conquista da terra prometida pelos judeus liderados por Josué, sucessor de Moisés. 
O livro de Juízes, o segundo dos livros Históricos, trata dos fracassos do povo de Deus num período de 400 anos. Nesse período as doze tribos de Israel não tinham uma liderança nacional, pois Josué falecera e cada tribo ficou cuidando de si mesma, sem um líder de envergadura nacional. Esse período é caracterizado por quatro palavras: pecado, opressão, arrependimento e libertação. 
O período dos juízes começa com uma geração que não conhecia ao Senhor, apesar de ser o povo de Deus. O texto acima nos diz que Josué falecera bem como todos os lideres contemporâneos seus, e que a geração que sucedera aquela geração vencedora foi uma geração que se corrompeu pela falta de conhecimento do Senhor e dos seus feitos.
Poderíamos perguntar quais as causas do fracasso da geração que sucedera a de Josué? As conseqüências nós sabemos pelo texto de Juízes 2: Idolatria (adoraram e serviram aos deuses de Canaã) e o consequente juízo de Deus (ira divina e a entrega do povo nas mãos de opressores). Olhando o contexto do Pentateuco podemos constatar que o fracasso daquela geração deu-se pela falha de duas instituições que tinham a obrigação de ensinar o povo de Deus acerca da vontade do Senhor e dos seus grandes feitos: os pais e depois os levitas. Aos pais Deus dera a grande responsabilidade de criar os seus filhos nos caminhos do Senhor. “E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te...” Dt 6.6-9. 
A outra instituição que tinha a responsabilidade de ensinar ao povo a lei de Deus era os levitas. No livro de Neemias vê-se isso: “... e os levitas ensinavam o povo na lei... e leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” Ne 8.7,8. Deus graciosamente distribuíra os levitas entre as doze tribos de Israel, tendo cada uma delas quatro cidades destinadas a eles, com a finalidade de facilitar o ministério deles.
Percebe-se pelo texto de Deuteronômio citado no início deste artigo que era principalmente na instituição família que os ensinamentos da lei do Senhor deveriam passar de pais para filhos.
Permitam-me pensar que os pais componentes daquela geração vencedora não tiveram o cuidado de ensinar aos seus filhos a Lei do Senhor, talvez porque estivessem tão ocupados e empolgados com as conquistas materiais que se esqueceram de olhar para dentro de seus lares e pensar no futuro de suas famílias na área espiritual. 
Parece-me que o erro antigo está sendo repetido hoje, pois se percebe que muitos pais crentes não estão preocupados com a vida espiritual dos seus filhos, pois não os trazem a Casa do Senhor a fim de adorar a Deus e aprenderem através da ministração das Escrituras sobre a vontade de Deus e sobre o seu programa redentor através de Cristo, e o resultado desse descaso é o surgimento de uma geração que não conhece ao Senhor, secularizada, mais amiga dos deleites da vida do que das coisas de Deus. Tem pais que tem um imenso cuidado com a vida material dos seus filhos e não investem nada na vida espiritual deles. Não estão preparando os seus filhos para o Céu!
Queridos irmãos invistamos mais na vida espiritual dos filhos. Zelemos por eles trazendo-os quando pequenos para a Igreja, animando-os na fé quando maiores e principalmente clamemos por eles a Deus para que Ele tenha piedade deles e assim se aproximem do Senhor. 
Eudes Lopes Cavalcanti