ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

17-Jair Costa (J. Américo)

18-Emília Lopes (E. Sátiro)

19-Enoque Monteiro

20-Ana Gabrielly (E. Sátiro)

20-Djanilson Rodrigues

23-Pb. Valdenor Torres

CESTA DO AMOR: Colabore com a Cesta do Amor trazendo um quilo de alimento não perecível (feijão, arroz, macarrão, fubá, etc). Esses mantimentos comporão as cestas básicas para distribuição aos que estão enfrentando necessidades dentro e fora da nossa Igreja.  A beneficência é um dos ministérios da Igreja, e tem o agrado de Deus (Leia Hb 13.16).

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A PÁSCOA

 

A Páscoa é uma festividade judaica que é comemorada como memorial da libertação do povo israelita do cativeiro egípcio no passado. A primeira páscoa foi celebrada no Egito antigo (Êxodo 12.1-28) e nessa celebração foi morto um cordeiro ou um cabrito de um ano por cada família, o seu sangue espargido nos umbrais da porta da casa, depois o animal foi assado e comido pelos familiares com pães sem fermento e ervas amargas. A colocação de sangue nos umbrais das portas dos israelitas era um sinal para que o anjo da destruição que iria passar sobre o Egito matando os seus primogênitos poupasse os filhos de Israel. Daí por diante essa celebração tornou-se obrigatória para os israelitas e seu ponto culminante era a celebração no templo de Jerusalém.
O cordeiro da páscoa foi identificado por João Batista e pelo apóstolo Paulo como um símbolo de Cristo, que foi morto na cruz do Calvário para nos libertar da escravidão do pecado.
No plano de Deus, a páscoa perdeu o seu significado quando Cristo, a nossa páscoa, foi oferecido em sacrifício por nós, não havendo, portanto, a necessidade dessa celebração no seio das Igrejas Evangélicas. O memorial da redenção feita por Cristo é a Ceia do Senhor e não a páscoa judaica. O coelho da páscoa e ovos da páscoa usados como símbolos dessa comemoração são inovações que não tem nada a ver com o verdadeiro sentido da Páscoa.