ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

09-José Afonso (E. Sátiro)

10-Neusa de Moura

12-Edvando Bonifácio (Dc. R. do Sol)

14-Mª Teodória

15-Mª Eliane

Reuniões administrativas final de ano

13/12 – Reunião do Conselho Eclesiástico;

21/12 – Confecção Calendário 2019;

23/12 (M) - Assembleia da Igreja (homologação diretorias, recepção membros e separação para o oficialato )  

 

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO: o nosso jantar de confraternização será no dia 31/12, logo após o culto de final de ano. O culto será no horário das 21 às 23h, seguindo-se o jantar, que será no estilo americano. O Pb. Evandro José será o coordenador desse evento.

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Os sonhos de Deus

Antes de desenvolvermos o assunto objeto do titulo deste artigo é importante que saibamos o que é um sonho. Esta palavra tem os seguintes significados: um fenômeno psíquico que ocorre involuntariamente no ser humano quando está dormindo, geralmente, como se fosse uma sequência cinematográfica. O outro significado é desejo, aspiração. A palavra ainda tem duas outras conotações: devaneio, ilusão, e bolinho leve, frito, feito com farinha, leite e ovos.
Evidentemente que está descartada a idéia de que Deus sonha na maioria dos significados da palavra sonho. Quando falamos dos sonhos de Deus falamos do desejo do seu ser, de suas aspirações em relação as suas criaturas morais.
Quando cantamos expressando os sonhos que Deus sonhou para nós, tem a ver com a sua aspiração expressa através dos seus mandamentos para o seu povo como, por exemplo, o texto citado a seguir: “Ah! Se o meu povo me tivesse ouvido! Se Israel andasse nos meus caminhos! Em breve eu abateria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários. Os que aborrecem ao Senhor ter-se-lhe-iam sujeitado, e o tempo dele seria eterno. E eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel saído da rocha” Sl 81.13-16.
Olhando para esse texto, constatamos que o sonho de Deus ou a Sua aspiração em relação ao seu povo do passado era que ele ouvisse a Sua voz e andasse nos Seus caminhos. Observe as bênçãos prometidas por Deus como resultado da obediência as Suas aspirações para Israel. No livro de Deuteronômio encontramos outro sonho de Deus para o Seu povo, senão vejamos: “Agora, pois, ó Israel, que é o que o Senhor, teu Deus, pede de ti, senão que temas o Senhor, teu Deus, e que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma, para guardares os mandamentos do Senhor e os seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem?” Dt 10.12,13.
Do estudo das Sagradas Escrituras se concluem, sobre o assunto, que os sonhos que Deus sonhou para o Seu povo se resume, basicamente em cinco coisas: a primeira delas é que creiamos em seu Filho Jesus Cristo. “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: que todo aquele que vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último Dia” Jo 6.40. A segunda é que vivamos uma vida de comunhão com Ele. “Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim” Jo 15.4. A terceira é que vivamos uma vida de santidade. “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” Mt 5.16. A quarta coisa é que vivamos uma vida comprometida com a obra do Senhor. “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” 1 Co 15.58. A quinta coisa é que cresçamos espiritualmente até atingirmos o padrão de Cristo, que é o padrão de excelência moral e de dedicação a Deus. “antes, crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo...” 2 Pe 3.18. 
Amados esses são, em síntese, os sonhos que Deus sonhou para mim e para você. A vida cristã é uma vida de renúncia. É verdade que nós seres humanos temos os nossos sonhos, as nossas aspirações, mas só seremos realmente felizes se os sonhos de Deus forem os nossos sonhos. Não nos esqueçamos disso! 
Pr. Eudes L. Cavalcanti