ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

09-José Afonso (E. Sátiro)

10-Neusa de Moura

12-Edvando Bonifácio (Dc. R. do Sol)

14-Mª Teodória

15-Mª Eliane

Reuniões administrativas final de ano

13/12 – Reunião do Conselho Eclesiástico;

21/12 – Confecção Calendário 2019;

23/12 (M) - Assembleia da Igreja (homologação diretorias, recepção membros e separação para o oficialato )  

 

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO: o nosso jantar de confraternização será no dia 31/12, logo após o culto de final de ano. O culto será no horário das 21 às 23h, seguindo-se o jantar, que será no estilo americano. O Pb. Evandro José será o coordenador desse evento.

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O Culto Doméstico

É dever de todos os seres humanos adorar a Deus, mui especialmente aquelas pessoas que foram alcançadas pela Sua graça redentora.

A adoração a Deus não se processa apenas no templo quando nos reunimos para isso. Ela se processa também em nossos lares. Veja a seguir o artigo escrito pela irmã Celízia Férrer, que trata do assunto:

“Sem duvida alguma, o servo do Senhor sente, no mais íntimo do seu ser, a necessidade de viver lado a lado com o seu Deus, sendo-lhe seguidor fiel. Pois bem, lemos em Deuteronômio 28.1 o registro de um requisito importantíssimo para estar no centro da vontade de Deus – a obediência.

Embora não encontremos exatamente nas Escrituras a expressão culto doméstico, temos versículos que ordenam que os pais repassem os valores eternos para os seus filhos desde a mais tenra idade. “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa,...” Dt 6.6,7.

Esse costume de reunir a família para adorar a Deus hoje em desuso por várias questões que não me cabe relatar aqui, e sem medo de errar um dos momentos mais sublimes. O inimigo de nossas almas sabe disso e de todas as formas tenta nos dissuadir de tal propósito.

Quando as crianças percebem seus pais tendo o cuidado de ler a Bíblia e constantemente falar a respeito desse livro, elas aprendem desde cedo a respeitar as coisas de Deus.

No culto doméstico as crianças aprendem a falar com Deus, aprendem a cantar hinos de louvor, além da intimidade com o conteúdo do livro sagrado.

Desse modo, a fé dos pequeninos e dos adultos vai se robustecendo. É o culto doméstico que, aliado a outras formas de adoração, enseja crescimento moral e espiritual de forma ajustada. São instantes que devem ser desejados, instantes de descontração, pois é um culto informal devendo, no entanto, ser realizado com absoluto respeito e seriedade.

Alguém assim se expressou: “A família que pratica o culto domestico deve sentir-se como uma comunidade religiosa sem um templo.”

Na verdade, irmãos, o tempo investido na prática do culto doméstico será revertido em bênçãos, além de nos levar a amar e servir a Deus de todo coração, com toda a nossa força e com todo o nosso entendimento. Que o Senhor nos ajude e nos abençoe!”

“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” Pv 22.6. Celízia Férrer