ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

09-José Afonso (E. Sátiro)

10-Neusa de Moura

12-Edvando Bonifácio (Dc. R. do Sol)

14-Mª Teodória

15-Mª Eliane

Reuniões administrativas final de ano

13/12 – Reunião do Conselho Eclesiástico;

21/12 – Confecção Calendário 2019;

23/12 (M) - Assembleia da Igreja (homologação diretorias, recepção membros e separação para o oficialato )  

 

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO: o nosso jantar de confraternização será no dia 31/12, logo após o culto de final de ano. O culto será no horário das 21 às 23h, seguindo-se o jantar, que será no estilo americano. O Pb. Evandro José será o coordenador desse evento.

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A Unidade da Igreja

O Evangelho de João (Cap. 17) mostra o quanto Jesus se preocupava com a unidade do seu povo. Por isso, o escritor Rick Warren afirma: “A unidade é a alma da comunhão”. Destrua-a e estará rasgando o coração do Corpo de Cristo.
Temos como modelo de unidade, a pessoa do Senhor Jesus, (Eu e o Pai somos um), e com a missão de nos tornar um com Ele (Eu neles e Tu em mim) (João 17.21,23).
Deus criou o homem para viver em comunhão, independente de riqueza, posição social, língua, raça, etc. Seu maior prazer é ver os seus filhos em harmonia uns com os outros. E não tem nada mais importante para Ele do que a sua igreja, já que Ele pagou um alto preço por ela e a quer protegida.
Muitos cristãos têm permitido que o ciúme, a inveja, a falta de perdão e o orgulho entrem em suas vidas. Convivem com mágoas rancor, amarguras e relacionamentos quebrados no meio da igreja, impedindo o agir do Espírito Santo e machucando o Corpo de Cristo.
A nossa obrigação como filhos de Deus, é proteger a unidade no local em que congregamos. Caso contrário, não haverá crescimento espiritual em nossas vidas e não conseguiremos permanecer firmes na fé.
Nós fazemos parte de um só corpo, a família de Deus. Portanto, devemos aprender a conviver com as diferenças, porque como crentes, partilhamos de um mesmo Senhor, de um só corpo, de um só batismo, de uma só fé, e de um só amor. Partilhamos da mesma salvação, da mesma vida – fatores muito mais importantes do que as diferenças.
Às vezes, nós nos decepcionamos com a igreja por vários motivos. Mas devemos lembrar que ela é feita de pecadores, inclusive nós mesmos. Se existisse uma igreja perfeita, nós não estaríamos nela. Sabe por quê? Porque somos imperfeitos.
Como podemos contribuir para que a verdadeira unidade da igreja se torne real? Evitando criticar os irmãos que estão contribuindo na obra do Senhor, ajudando-os com palavras de incentivo, e não os colocando para baixo, apontando as suas falhas, com desamor; recusando dar ouvidos a fofocas, sabendo que a fofoca traz sérios prejuízos na vida do ser humano; e como também, honrando os que nos servem como líderes, pois Deus dá aos líderes a responsabilidade e a autoridade para que mantenham a unidade da igreja.
Devemos tornar a nossa igreja um local bem aconchegante, para que qualquer pessoa não crente, ao entrar nela, perceba a união, a harmonia, e o bom relacionamento entre os irmãos, e sinta o impacto da presença do Deus vivo e se decida a fazer parte do Corpo de Cristo.
O mundo incrédulo precisa ver que há uma diferença entre eles e o povo de Deus, mas isto só é visto quando somos um só no Senhor Jesus.
“Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes”.
Irmã Valda