ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

12-Antônia de Lima

14-Elizabete Gomes (E. Satiro)

15-Severina Ferreira

15-Paula Francinett

16-Dc. Murilo Pedro

GRATIDÃO A DEUS PELOS PAIS DA IGREJA: agradecemos a Deus pela vida dos pais que fazem o ministério da III IEC/JPA. Louvamos a Deus pelo privilégio dado a eles de serem pais. Sabemos da grande responsabilidade deles diante de Deus, de criarem os seus filhos nos caminhos do Senhor, e para isso pedimos a graça divina. Rogamos sobre os pais uma benção especial de Deus neste dia, bem como durante a vida deles. Assim seja!

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Ainda há terra para ser conquistada

 

    Moisés foi usado por Deus para libertar os filhos de Israel da escravidão egípcia. Ainda coube a ele levar o povo, do Egito até as portas da terra que o Senhor prometera a Abraão e sua descendência. Devido a uma falha sua Moisés não teve o privilegio de entrar com o povo na terra da promessa, cabendo a Josué, seu sucessor, fazer isso.   Após a morte de Moisés Deus falou a Josué dizendo: “Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés... Ninguém se susterá diante de ti, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te e tem bom ânimo, porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria” Js 1.2-6.

    Após passar o Jordão, graças a uma intervenção poderosa de Deus, os israelitas começaram a obra de conquista. Trinta e um reis que lideravam as cidades estados de Canaã foram subjugados, mas mesmo assim faltava ainda muita terra para ser conquistada.  

     Nessa obra de conquista podemos observar duas coisas: uma a soberania de Deus, e a outra a responsabilidade humana. Deus dera a terra, pois a terra pertence ao Senhor, e prometera guerrear pelo seu povo, mas cabia a cada israelita lutar com as armas disponíveis para conquistar a terra.

     Contextualizando o assunto,  ou seja, trazendo-o para a experiência da Igreja no plano espiritual, podemos constatar que Cristo, antítipo de Josué, está realizando uma obra de conquista no coração de seus eleitos. Milhões já foram alcançados, mas ainda o rebanho do Senhor não está completo. “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor” Jo 10.16.

      No plano espiritual, naquilo a que se refere aos que já creem em Cristo, tudo já está resolvido. Eles foram conquistados por Cristo e o seu coração, que é comparado a uma terra, já pertence ao Senhor, e Ele através de Seu Espírito se estabeleceu nele. “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” Gl 4.6.

       Agora trazendo essa experiência ao crente individual, o Espirito que habita em cada um deles, começou uma obra de conquista que visa alcançar todos os compartimentos da alma do homem redimido (inteligência, vontade e emoções). Nessa obra poderosa do Espírito Ele quer que nós, ao contrário dos cananeus que se opuseram e guerrearam contra Josué, nos submetamos humildemente ao seu controle. Quando isso acontece o Espírito nos enche de Si, e nós passamos a viver uma vida cristã abundante. “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito, que haviam de receber os que nele cressem;...” Jo 7.38,39.

     Você querido irmão que já professa a fé em Cristo não quer facilitar o trabalho de conquista do Espírito em sua vida, em vez de resistir-Lhe (At 7.51), de entristecê-Lo (Ef 4.30) ou mesmo de apagar (1 Ts 5.19) a Sua ação em sua vida?       

                                   Pr. Eudes Lopes Cavalcanti