ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

08-Zenaide Ferreira

08-Mizael Meireles (Neto/Adeilda)

08-Brenda Edinalva (E. Sátiro)

09-Joseline (Line)

09-Warley Lamartine

10-Mª José Costa, 

LEMBRANDO:

1)    A Escola Bíblica Dominical (temos classe para todos os segmentos de pessoas)

2)    O culto de oração e estudo bíblico nas terças-feiras, e o culto de oração da quarta-feira (Circulo Oração)

3)    O dízimo do Senhor para mantimento de sua obra através do ministério da III IEC/JPA

CLASSE DE CASAIS: no próximo domingo, no período da manhã, os casais de nossa Igreja estarão se reunindo para um momento de reflexão e oração. Esse momento é de responsabilidade do casal Pastor Walter Moura e de sua esposa Raquel.

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O Jejum na Bíblia

 

Dentre os recursos que Deus pôs a nossa disposição para buscar a sua face encontra-se o jejum, que é a privação deliberada de alimento por um determinado período de tempo por parte de um crente, visando alcançar de Deus uma bênção específica. O jejum é um meio usado para buscar a face de Deus em época de crise, tanto na vida do individuo quanto na da comunidade, para que Ele intervenha com o seu grande poder, debelando algum problema ou mudando uma determinada situação como, por exemplo, na época de Esdras quando os israelitas estavam voltando do cativeiro babilônico e estavam preocupados com segurança e proteção. “Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face do nosso Deus, para lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa fazenda” Ed 8.21.
Esse método foi apresentado pelo próprio Deus como eficaz na solução de problemas que do ponto de vista do homem seja insolúvel “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum”. Mt 17.21. “Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações” Ed 8.23.
Olhando para as Sagradas Escrituras observamos que o povo de Deus sempre usou esse método visando solucionar alguma dificuldade em época de crise. O primeiro jejum feito pelo povo de Israel foi na época dos Juízes quando havia uma luta interna entre as tribos de Israel (Jz 20.26). O segundo jejum foi na fase de transição do período dos Juízes para o do estabelecimento da Monarquia - o povo tinha pecado contra Deus, envolvendo-se com a idolatria e estava debaixo de juízo sob os filisteus. O objetivo do jejum, sob a orientação do profeta Samuel, foi restaurar a comunhão com Deus rompida pelo pecado e provocar uma obra de libertação. “... E congregaram-se em Mispá, e tiraram água, e a derramaram perante o Senhor, e jejuaram aquele dia, e disseram ali: Pecamos contra o Senhor...” 1 Sm 7.1-6. Na época de Ester o povo de Deus jejuou devido à ameaça de morte que pairava sobre eles (Et 4.16). O profeta Daniel também jejuou buscando a face do Senhor quando percebeu, pelo Espírito Santo, que estava se aproximando o grande dia da libertação do povo de Deus do cativeiro babilônico. “E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e rogos, com jejum, saco e cinza” Dn 9.3.
No Novo Testamento encontramos o Senhor Jesus jejuando antes de iniciar o seu ministério. “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome” Mt 4.2. Uma mulher de oitenta e quatro anos costumava servir a Deus com jejum e oração (Lc 2.36,37). No episódio do jovem possesso, o Senhor enfatizou a eficácia do jejum (Mt 17.21). Os oficiais de uma Igreja local eram consagrados num período de oração e jejum (At 14.23); e ao encaminhar obreiros para a obra missionária fazia-se o mesmo (At 13.3). O apóstolo Paulo, no exercício do seu ministério, frequentemente, jejuava visando uma eficácia maior do seu trabalho (2 Co 11.27).
Deve-se observar, ainda, que o jejum bíblico sempre foi acompanhado de oração e em alguns casos de uma profunda humilhação diante de Deus, de confissão e de abandono de pecado.
Diante do desejo de melhorar a vida espiritual da Igreja, usemos, irmãos, essa poderosíssima arma posta por Deus à nossa disposição. Temos muitas razões porque devemos consagrar a Deus um jejum: Temos pecados contra Deus! Há descaso para com a obra de Deus, avareza, frieza espiritual, rancor, desunião, críticas mordazes, vaidade, irreverência nos cultos, desobediência dos filhos aos pais, apego as coisas deste mundo, e os pecados de omissão.