ANIVERSARIANTES DA SEMANA   

09-José Afonso (E. Sátiro)

10-Neusa de Moura

12-Edvando Bonifácio (Dc. R. do Sol)

14-Mª Teodória

15-Mª Eliane

Reuniões administrativas final de ano

13/12 – Reunião do Conselho Eclesiástico;

21/12 – Confecção Calendário 2019;

23/12 (M) - Assembleia da Igreja (homologação diretorias, recepção membros e separação para o oficialato )  

 

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO: o nosso jantar de confraternização será no dia 31/12, logo após o culto de final de ano. O culto será no horário das 21 às 23h, seguindo-se o jantar, que será no estilo americano. O Pb. Evandro José será o coordenador desse evento.

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EU, UM IDÓLATRA?

 

As Sagradas Escrituras nos revelam da existência de um só Deus verdadeiro. “Porque há um só Deus...” 1 Timóteo 2.5. Esse Deus revelado é um único Deus, e subsiste em três pessoas: o Pai, Filho e o Espírito Santo, da mesma essência e possuidoras dos mesmos atributos. “Porque três são os que testificam no céu: O Pai, a Palavra (O Verbo), e o Espírito Santo; e esses três são um” 1 João 2.7.
A Bíblia ainda nos revela que só a esse Deus é devido à adoração. “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. Mateus 4.10. Diz ainda a Palavra de Deus que esse Deus deve ter em tudo a primazia em nossas vidas. “Mas buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça,...” Mateus 6.33. Diz ainda as Escrituras que devemos amar a Deus sobre todas as coisas. “E Jesus disse-lhes: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma e de todo o teu pensamento” Mateus 22.37.
Tratando-se de idolatria devemos entender que a Bíblia a condena veementemente porque os ídolos erigidos pelo povo de Deus no passado (estátuas, figuras,...) estavam recebendo adoração, honras e louvores só devidos ao Deus dos céus. Esses ídolos de pedra, de ouro, de prata, de madeira, de ferro, de bronze e de barro estavam usurpando a adoração ao verdadeiro Deus. O povo de Deus estava dando mais atenção aos falsos deuses (ídolos) do que ao Senhor, cultuando-os e deixando-os cativar os seus corações. Graças a Deus que a idolatria no meio do Israel bíblico foi erradicada a partir do cativeirobabilônico.
No meio evangélico, até aonde sabemos, não se cogita a adoração a ídolos visíveis. Mas considerando que o ídolo não é somente uma estátua que é erigida, reverenciada e venerada, e sim qualquer coisa que ocupe o primeiro lugar no coração do homem, que roube a prioridade de Deus em sua vida, podemos entender que o problema continua no meio do povo de Deus, a Igreja. Nesse contexto, vemos hoje uma Igreja mesclada deidólatras, de pessoas que se dizem crentes em Cristo, mas, que não permitem que Deus ocupe o primeiro lugar em suas vidas.
A idolatria hoje se tornou mais sutil, mais sofisticada. Pode ser o dinheiro que colocamos como a principal coisa em nossas vidas (a avareza é comparada à idolatria - VejaColossenses 3.5). Pode ser ainda o negócio que o cristão tem. Pode ser o cônjuge, o filho, o automóvel, a casa, um programa de televisão, um lazer, ou qualquer outra coisa que desloque Deus do centro de nossas vidas. Enfim, tudo aquilo que amamos mais do que a Deus constitui-se idolatria.
Diante do exposto, achamos que a pergunta feita no título desta reflexão é pertinente no contexto atual da Igreja, pois estamos assistindo apreensivo, apesar dos inúmeros apelos feitos através dos nossos boletins, das pregações e das pastorais, um desinteresse dos crentes nas coisas de Deus e o apego às coisas deste mundo, coisas essas que são mais valorizadas do que as de Deus. Essa apatia torna-se visível na negligência aos cultos da Igreja, na avareza em entregar o dízimo do Senhor, na negligência na evangelização dos perdidos... Já é hora, irmãos, de nos arrependermos desse pecado e abandonarmos aquilo que ocupa o lugar de Deus em nossas vidas.